Cultura e Economia

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Cultura: As muitas ilhas, diversas origens étnicas e línguas diferentes fazem com que a cultura de cada povo se torne bem variada. Em geral, os laços de parentescos são fortes. O respeito hierárquico é enfatizado. A tomada de decisão é pelos sesepuh, literalmente significa ancião, pessoas influentes que são respeitadas pela posição de autoridade, herança de geração em geração, pelo conhecimento especial que lhes confere poderes espirituais ou de sabedoria com experiência, e pelo conhecimento religioso. A orientação é grupal, raramente uma pessoa toma decisão individual no que concerne à vida social.
Economia: A terra é muito fértil, com muitos vulcões que na erupção cobrem o solo com minerais trazendo fertilidade. A agricultura é baseada em arroz, cana, chá, café, borracha, quinina, milho, e especiarias como cravo, canela, noz moscada, que atraíram os portugueses e holandeses nos séculos de colonização. Os minerais abrangem petróleo - o país é integrante da OPEP como produtor de petróleo - e uma extensa gama de outros minérios tais como cobre, bronze, alumínio, carvão, diamante, bauxita, enxofre, ferro e gás natural. Durante as décadas de 70 e 80 todas as riquezas naturais foram exploradas.
Infelizmente o governo do Suharto, de vertente da direita na exploração econômica, entrou num sistema tal de corrupção que a Indonésia se classificou como o país mais corrupto, resultando na falência geral atrelada à crise econômica asiática nos fins de 1997. Metade da população, ou seja mais de 100 milhões de pessoas vive hoje na miséria - passando grande fome, como elas mesmas falam, pois fome era comum mas atualmente é fome além do comum. E uma minoria absoluta enriqueceu em proporção inimaginável durante o período do regime hoje chamado de KKN - Corrupção, Colusão, e Nepotismo.
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